SIMULAÇÃO DO USO DA ENTOMOLOGIA PARA ESTIMAR O INTERVALO PÓS-MORTE

Autores

  • Marcelo Fruehwirth Faculdade Assis Gurgacz
  • Rafaela de Araujo Folha Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Palavras-chave:

entomofauna, insetos, perícia, pós-morte, simulação

Resumo

Diversos tipos de insetos podem colonizar a matéria orgânica, acelerando assim os fenômenos cadavéricos transformativos, e através de estudos sobre esses animais, podem ser obtidas as características da morte ou até mesmo a causa. Foram utilizados dois porcos Sus domesticus (Erxleben, 1777), sendo um animal exposto ao ambiente e outro enterrado, ambos por 25 dias. A simulação se baseou em uma perícia de local de crime realizada em Cascavel-PR, onde os peritos não saberiam das condições da cena. Analisando o estado das carcaças, concluiu-se que a carcaça 1 estaria a cerca de 20 a 25 dias no local, e a carcaça 2 de 15 a 18 dias. Os dados obtidos através da amostra coincidem com o tempo de exposição do animal ao ambiente, porém, não foi possível datar o tempo exato de morte utilizando os dados entomológicos.

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Biografia do Autor

Marcelo Fruehwirth, Faculdade Assis Gurgacz

Formado em Ciências Biológicas, Pós Graduado em Perícia Forense (2013) e Biologia da Conservação (2016) Aluno do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Conservação e Manejo de Recursos Naturais da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE - Cascavel. Centro de Ciências Médicas e Farmacêuticas CCMF Unioeste.

Rafaela de Araujo Folha, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Graduanda em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Cascavel.

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Arquivos adicionais

Publicado

2018-01-17

Como Citar

Fruehwirth, M., & Folha, R. de A. (2018). SIMULAÇÃO DO USO DA ENTOMOLOGIA PARA ESTIMAR O INTERVALO PÓS-MORTE. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 9(2), 53–58. Recuperado de https://journal.unoeste.br/index.php/cv/article/view/1334

Edição

Seção

Artigos Originais