CASCA DE PINUS: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA E DA FITOTOXICIDADE

Autores

  • Nelson Barbosa Machado Neto UNOESTe
  • Ceci Castilho Custódio UNOESTE
  • Patrícia Reinners de Carvalho UNOESTE
  • Nicole Lucie Yamamoto UNOESTE
  • Christian Cacciolari UNOESTE

Resumo

Com intuito de estudar-se o comportamento da casca de pinus, como substrato para floricultura, conduziu-se um ensaio em laboratório, sob delineamento inteiramente casualizado com sete tratamentos e quatro repetições, cujos tratamentos foram: casca de pinus (partículas de 5, 7, 10, 12 e 24mm), musgo e xaxim. A fitotoxicidade foi avaliada por meio da germinação das sementes de alface, pepino, tomate e rabanete em substrato umedecido com o líquido lixiviado dos substratos. Foram feitas análises químicas e determinação da capacidade de retenção de água dos substratos. Não houve diferença na germinação das sementes ensaiadas com os líquidos lixiviados, atestando a ausência de sintomas de alelopatia. A casca de pinus apresentou melhor equilíbrio químico em relação ao musgo e ao xaxim. Entretanto, a retenção de água e o grau de umidade foram maiores em musgo e xaxim, e a capacidade de retenção de água da casca de pinus foi inversamente proporcional à sua granulometria. Por suas características físicas e biológicas, a casca de pinus é uma alternativa viável de matéria-prima para substrato, isoladamente ou associada a outros materiais.

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Como Citar

Machado Neto, N. B., Custódio, C. C., Carvalho, P. R. de, Yamamoto, N. L., & Cacciolari, C. (2006). CASCA DE PINUS: AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA E DA FITOTOXICIDADE. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 1(1), 19–24. Recuperado de https://journal.unoeste.br/index.php/ca/article/view/99

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