GERMINAÇÃO DE SEMENTES REVESTIDAS E NÃO REVESTIDAS DE Panicum maximum cv. TANZÂNIA EM CONDIÇÕES DE DEFICIÊNCIA HÍDRICA

Autores

  • Fernando Donha Bianchi
  • Luciana de Oliveira Derré
  • Fabiana Lima Abrantes
  • Ceci Castilho Custódio UNOESTE

Palavras-chave:

deficiência hídrica, forrageira, gramínea, manitol, revestimento de sementes

Resumo

O objetivo desse estudo foi avaliar a resposta de sementes revestidas e não revestidas em duas condições hídricas, quanto à germinação e o desempenho inicial de plântulas. O experimento foi realizado no Laboratório de Análise de Sementes da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE), utilizando sementes comerciais revestidas e não revestidas de Panicum maximum Jacp. cv. Tanzânia. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2, com quatro repetições, sendo 2 tipos de sementes (revestidas e não revestidas) e dois potenciais hídricos (0 e -0,6 MPa). Avaliou-se: germinação de sementes, comprimento da parte aérea e raiz e suas massas de matéria seca. A diferença de potencial hídrico reduz a germinação independente do tipo de sementes. A germinação das sementes revestidas foi superior às sementes não revestidas. Em condição de restrição hídrica as sementes revestidas proporcionam plântulas com maior crescimento de parte aérea. Em condição de disponibilidade de água proporcionaram menor crescimento de raiz.

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Publicado

2017-04-10

Como Citar

Donha Bianchi, F., de Oliveira Derré, L., Lima Abrantes, F., & Custódio, C. C. (2017). GERMINAÇÃO DE SEMENTES REVESTIDAS E NÃO REVESTIDAS DE Panicum maximum cv. TANZÂNIA EM CONDIÇÕES DE DEFICIÊNCIA HÍDRICA. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 12(2), 32–37. Recuperado de https://journal.unoeste.br/index.php/ca/article/view/1763

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