MANUTENÇÃO E CALIBRAÇÃO DE ESFIGMOMANÔMETROS: POSSÍVEIS IMPACTOS NA MEDIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL

  • Sérgio Bernardo Vieira Lessa Pizzer Material Médico Hospitalar
  • Fabiola de Sampaio R.G. Garrido UFRRJ
  • Rodrigo Grazinoli Garrido UFRJ
Palavras-chave: pressão arterial, calibragem, hipertensão

Resumo

Buscou-se avaliar a calibração e a necessidade de manutenção de esfignomanômetros com o intuito de alertar sobre possíveis interferências nos valores encontrados durante as medições. Realizou-se análise externa, funcional e calibração de 299 esfigmomanômetros provenientes da rede doméstica e hospitalar da cidade de Petrópolis-RJ. Avaliou-se também até que ponto a manutenção é compensatória economicamente. Observou-se que mais da metade dos aparelhos apresentava-se descalibrada e necessitando da troca de vários componentes. Tais resultados podem impactar significativamente na determinação da pressão arterial.

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Biografia do Autor

Sérgio Bernardo Vieira Lessa, Pizzer Material Médico Hospitalar
Biomédico
Fabiola de Sampaio R.G. Garrido, UFRRJ
Bióloga; MSc; DSc; Professora Adjunta, ITR-UFRRJ
Rodrigo Grazinoli Garrido, UFRJ
Biomédico; MSc; DSc; Perito Criminal, Diretor do IPPGF; Professor Adjunto UCP e UFRJ
Publicado
2015-06-05
Como Citar
Lessa, S. B. V., Garrido, F. de S. R., & Garrido, R. G. (2015). MANUTENÇÃO E CALIBRAÇÃO DE ESFIGMOMANÔMETROS: POSSÍVEIS IMPACTOS NA MEDIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 6(3), 91-98. Recuperado de http://journal.unoeste.br/index.php/cv/article/view/1074

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