AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES GERADOS EM INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

Autores

  • Vinicius Marques Gomes Unoeste
  • Daniel Ângelo Macena
  • Ana Beatriz Hossaka
  • Anderson Luis De Mattos Bezerra
  • Amandio Oliveira da Silva Júnior

Palavras-chave:

Efluente, Poluentes, Tratamento

Resumo

A avaliação da eficiência do tratamento de efluentes é muito importante em se tratando do reuso da água industrial. Diariamente, as atividades industriais geram resíduos sólidos e líquidos, conhecidos como efluentes industriais. Este trabalho avaliou a eficiência do tratamento dos efluentes gerados por um laticínio da região de Presidente Prudente/SP a fim de verificar se o mesmo está apto a ser lançado na rede de esgotos para prosseguir seu tratamento final. O laticínio em questão lança seus efluentes na rede de coleta de esgotos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp e, para que esse processo seja feito de forma adequada, o Decreto nº 8.468/76 determina valores máximos permitidos para parâmetros como Demanda Biológica de Oxigênio, Demanda Química de Oxigênio, pH, Teor de Óleos e Graxas e Sólidos Sedimentáveis. As amostras foram coletadas na estação de tratamento da empresa e as análises foram feitas com base no Standard Methods of Water and Wastewater, que descreve os métodos analíticos padrão para água e esgoto. Tendo em vista a conformidade dos resultados obtidos nas análises foi possível confirmar que o tratamento realizado pelo laticínio é eficiente e atende à legislação vigente.

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Biografia do Autor

Vinicius Marques Gomes, Unoeste

Areá-Química. Atua nas áreas de Química Analítica e Química Ambiental nos seguintes temas: solos, águas, sedimentos, metais potencialmente tóxicos e substâncias húmicas.

Publicado

2018-03-27

Como Citar

Gomes, V. M., Ângelo Macena, D., Beatriz Hossaka, A., Luis De Mattos Bezerra, A., & Oliveira da Silva Júnior, A. (2018). AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES GERADOS EM INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS. Colloquium Exactarum. ISSN: 2178-8332, 9(3), 29-37. Recuperado de http://journal.unoeste.br/index.php/ce/article/view/2226

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