TEMPERATURA POR INFRAVERMELHO DO ESCROTO E QUADRO SEMINAL EM TOUROS ADULTOS JOVENS E ADULTOS MADUROS DA RAÇA NELORE

  • Camila Dutra de Souza
  • Marcelo George Mungai Chacur UNOESTE
  • Felipe Rydygier de Ruediger
  • Isamara Batata Andrade
  • Guilherme Pepino Bastos
  • Rogério Giuffrida
Palavras-chave: touro zebu, termografia por infravermelho, termorregulação testicular, sêmen

Resumo

Objetivou-se estudar a termorregulação testicular com a termografia por infravermelho e as características do sêmen em touros adultos jovens e adultos maduros da raça Nelore, criados extensivamente. Foram utilizados 80 touros Nelore, divididos em dois grupos: adultos jovens G1 (n=38), idade entre 24 e 48 meses; e adultos maduros G2 (n=42), idade entre 72 e 108 meses. As temperaturas da superfície do escroto foram mensuradas com termografia por infravermelho e após, realizou-se a colheita de sêmen por eletroejaculação. Não houve diferença (P>0,05) entre os grupos G1 e G2, para as temperaturas da bolsa escrotal, mas houve diferença (P<0,05) entre as temperaturas do cordão espermático, testículo e cauda do epidídimo nos dois grupos. Os touros apresentaram-se aptos para a monta natural após a avaliação andrológica. Conclui-se que a termorregulação escrotal é similar em touros adultos jovens e touros adultos maduros, esta não sendo influenciada pela idade. Recomenda-se a termografia digital por infravermelho como exame complementar ao exame andrológico para avaliar a termorregulação escrotal na seleção de touros adultos jovens e touros adultos maduros, antes do início da estação de monta.

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Biografia do Autor

Marcelo George Mungai Chacur, UNOESTE
Médico Veterinário formado pela UNESP de Jabuticabal, residência, mestrado, doutorado e pós-doutorado na área de Reprodução Animal pela UNESP de Botucatu, professor visitante da Universita Federico II - Nápolis, Itália. Professor dos Cursos de Medicina Veterinária (desde 1997) e Mestrado em Ciência Animal (desde 2005) da UNOESTE, lecionando as seguintes disciplinas: Fisiopatologia da Reprodução do Macho, Fisiopatologia da Reprodução da Fêmea, Ginecologia e Obstetrícia Veterinária, na graduação. As disciplinas: Reprodução Animal Comparada e Fisiopatologia da Reprodução do macho e da fêmea, no mestrado.
Publicado
2017-08-04
Como Citar
Dutra de Souza, C., Chacur, M. G. M., Rydygier de Ruediger, F., Batata Andrade, I., Pepino Bastos, G., & Giuffrida, R. (2017). TEMPERATURA POR INFRAVERMELHO DO ESCROTO E QUADRO SEMINAL EM TOUROS ADULTOS JOVENS E ADULTOS MADUROS DA RAÇA NELORE. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 13(1), 66-70. Recuperado de http://journal.unoeste.br/index.php/ca/article/view/1679

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