A AFETIVIDADE NAS RELAÇÕES ENTRE PROFESSORAS E COORDENADORA EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE SÃO PAULO

Autores

  • Rafaele Paulazini Majela dos Santos Universidade Nove de Julho - Uninove
  • Ligia Vercelli Universidade Nove de Julho

Palavras-chave:

: Afetividade. Centro de Educação Infantil. Relações Interpessoais.

Resumo

Este texto é fruto da dissertação de mestrado realizada pelas autoras. As perguntas que orientaram o estudo foram: Como as professoras de Educação Infantil percebem a afetividade? Como a afetividade se apresenta nas relações cotidianas entre docentes e coordenadora da área de Educação em um Centro de Educação Infantil? O trabalho teve por objetivo mapear como a afetividade, nas relações entre professoras e coordenadora, ocorre em um CEI da rede pública, localizado na cidade de São Paulo. Os sujeitos da pesquisa foram cinco professoras e uma coordenadora. A metodologia utilizada foi de cunho qualitativo, e os instrumentos de coleta de dados foram a observação nos diferentes espaços do CEI e as entrevistas semiestruturadas com as professoras e com uma coordenadora. Os resultados apontam que a afetividade, no CEI estudado, é pouco reconhecida nas relações interpessoais do grupo gestor da escola, fato este que traz implicações no desenvolvimento do trabalho conjunto da unidade escolar. Segundo as professoras entrevistadas, a coordenação pedagógica funciona como um suporte para todo o trabalho desenvolvido no CEI; por essa razão, elas enfatizam a importância do profissional que assume esse papel.

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Biografia do Autor

Rafaele Paulazini Majela dos Santos, Universidade Nove de Julho - Uninove

Mestra em Educação pela Universidade Nove de Julho - Uninove. Professora de Educação Infantil na Rede Municipal de São Paulo.

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Publicado

2020-12-18

Como Citar

Santos, R. P. M. dos ., & Vercelli, L. (2020). A AFETIVIDADE NAS RELAÇÕES ENTRE PROFESSORAS E COORDENADORA EM UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE SÃO PAULO . Colloquium Humanarum. ISSN: 1809-8207, 17, 197-207. Recuperado de http://journal.unoeste.br/index.php/ch/article/view/3651