INFLUÊNCIA DO REVESTIMENTO COMESTÍVEL NA PRESERVAÇÃO DA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE TOMATE DE MESA

  • Keren Railka Paiva Menezes Universidade Federal do Pará
  • Guilherme Celestino de Souza Santos Universidade federal do Pará
  • Olganeth Moreira de Oliveira Universidade Federal do Pará
  • Alex Guimarães Sanches Universidade Federal do Ceará
  • Carlos Alberto Martins Cordeiro Universidade Federal do Pará
  • Antonio Rafael Gomes de Oliveira Universidade Federal do Pará
Palavras-chave: Fisiologia pós-colheita, Fisiologia vegetal, Bioquímica vegetal

Resumo

O tomate é uma das olerícolas de maior importância econômica e maior preferência de consumo, no entanto devido a sua alta perecibilidade é fundamental o estudo da conservação pós-colheita com o uso dos revestimentos comestíveis. Diante disse o presente trabalho teve por objetivo avaliar o efeito da aplicação de diferentes revestimentos comestíveis a fim de determinar sua influência na preservação da qualidade do tomate de mesa armazenados sob condição de temperatura ambiente. O experimento foi conduzido em um delineamento inteiramente casualizado sob um arranjo fatorial 5x5 (cinco tempos de armazenamento: 0; 3; 6; 9 e 12 dias) e (cinco tratamentos: controle, fécula de mandioca, amido de milho, cloreto de cálcio e extrato de própolis na concentração de 3%). Em intervalos de cada três dias os frutos foram avaliados quanto: perda de massa fresca, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, pH, relação SST/ATT e análise sensorial sobre os atributos firmeza, coloração da casca, qualidade geral e incidência de podridões, além de análise de componentes principais. Houve efeito significativo ao nível de 1% de probabilidade na interação dos fatores dias de armazenamento e revestimentos. De modo geral os tratamentos com fécula de mandioca e amido de milho respondem melhor ao controle das alterações fisiológicas e qualitativas que envolvem o amadurecimento dos tomates, sendo, portanto indicados como alternativas pós-colheita para prolongar a vida útil desses frutos quando mantidos em condição de temperatura ambiente de comercialização e consumo.

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Biografia do Autor

Keren Railka Paiva Menezes, Universidade Federal do Pará
Discente do curso de Engenharia Agronômica, experiência em fisiologia pós-colheita de frutos e hortaliças.
Guilherme Celestino de Souza Santos, Universidade federal do Pará
Discente do curso de Engenharia Agronômica, experiência em fisiologia pós-colheita de frutos e hortaliças.
Olganeth Moreira de Oliveira, Universidade Federal do Pará
Discente do curso de Engenharia Agronômica, experiência em fisiologia pós-colheita de frutos e hortaliças.
Alex Guimarães Sanches, Universidade Federal do Ceará
Mestrando em Fitotecnia, experiencia em bioquímica e fisiologia pós-colheita de frutos.
Carlos Alberto Martins Cordeiro, Universidade Federal do Pará
Prof. Dr. Universidade Federal do Pará, experiencia em fisiologia pós-colheita
Antonio Rafael Gomes de Oliveira, Universidade Federal do Pará
Mestre em Biologia Ambiental, experiencia em análise estatística multivariada.
Publicado
2018-02-08
Como Citar
Menezes, K. R. P., Santos, G. C. de S., Oliveira, O. M. de, Sanches, A. G., Cordeiro, C. A. M., & Oliveira, A. R. G. de. (2018). INFLUÊNCIA DO REVESTIMENTO COMESTÍVEL NA PRESERVAÇÃO DA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE TOMATE DE MESA. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 13(3), 14-28. Recuperado de http://journal.unoeste.br/index.php/ca/article/view/1969

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